segunda-feira, 28 de março de 2011

ÁTOMO

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Prof. Ms. Luiz Molina Luz
O Átomo

Demócrito, Thomson, Rutherford, Bohr e história do átomo
A ciência ocupa em nosso mundo moderno e tecnológico um papel tão importante que a idéia que tendemos a formar sobre ela é de um conjunto de disciplinas matemáticas complexas, cuja compreensão paira muito acima das cabeças do público leigo. Mas essa não é exatamente a verdade.
Um exemplo interessante de como a ciência transforma idéias em descobertas cada vez mais aprofundadas é a história do átomo.

Em qualquer artigo científico sobre o assunto, publicado por alguma revista especializada, encontraremos a palavra átomo associada a poderosos aceleradores de partículas (que, em geral, não sabemos bem o que são ou como funcionam), dentro dos quais ocorrem estranhos fenômenos que permitem aos cientistas confirmar a existência de subpartículas de nomes impossíveis de lembrar como quarks, léptons ou mésons.
Mas nossa relação com os átomos começou de um modo mais simples. Na antiga Grécia, no século 4?. a.C., dois filósofos, Leucipo e Demócrito, observaram o comportamento da matéria e acharam interessante sua característica de poder ser dividida. Então, eles se fizeram a pergunta "o que acontece se uma porção de matéria for dividida continuamente?"
Porção indivisível
A conclusão a que chegaram é que essa seqüência de divisões não poderia ser infinita. Em algum momento, se chegaria a uma porção de matéria que não poderia mais ser dividida. A essa porção deram o nome de átomo - do grego a=não, tomo=divisão. O átomo seria portanto a porção constituinte mínima e indivisível de toda a matéria.
Esta idéia do átomo como uma "bolinha" microscópica maciça, formadora de tudo que é material, seguiu quase inalterada por 2 mil anos, até que o químico inglês John Dalton descobriu que cada substância pura era constituída de um único tipo de átomos, que eram idênticos entre si quanto às suas propriedades, tamanho e modo de reação química.
Com Dalton, os átomos deixaram de ser identidades físico-químicas genéricas e ganharam nomes próprios, conforme as substâncias que constituíam e às quais emprestavam suas propriedades.

Assim as características do ferro eram decorrentes de este ser formado por átomos do ferro, que eram diferentes em suas características fundamentais, por exemplo, dos átomos do alumínio.
Interações atômicas
Dalton descobriu também que esses átomos de características próprias, conforme o tipo, reagem entre si de acordo com proporções numéricas simples, deixando claro que as diferentes combinações e transformações da matéria eram resultantes das interações entre seus átomos.
A partir do século 19, aconteceu um grande número de descobertas e teorias a respeito da natureza dos átomos:
·Faraday, estudando a eletrólise, lançou a idéia de que a eletricidade estivesse associada aos átomos;
·Röentgen descobriu os raios X;
·Becquerel descobriu a radiatividade;
·Marie e Pierre Curie descobriram os elementos rádio e polônio.
Em meio a este acúmulo de evidências, ficava cada vez mais claro aos cientistas que o átomo deveria ser algo mais que uma bolinha maciça muito pequena. A idéia dos gregos de que a menor partícula da matéria deveria seria uniforme e indivisível começava a cair por terra.
Thomson e Rutherford
Primeiro com Thomson, que, pesquisando descargas elétricas em alto vácuo, descobriu os elétrons. Para ele, os átomos seriam compostos por um núcleo gelatinoso de carga elétrica positiva, no qual estariam incrustados os elétrons, de carga elétrica negativa.
Em seguida, com Nelson Ernest Rutherford, físico neozelandês, que em 1911 rompeu em definitivo com o modelo grego antigo de átomo, com sua célebre experiência na qual bombardeou uma fina lâmina de ouro com partículas em alta velocidade, constatando que a maioria das partículas atravessava o ouro como se o metal não lhe oferecesse nenhum obstáculo ao trajeto.
Rutherford concluiu que o átomo deveria ser formado em sua maior parte de espaços vazios. Desenvolveu, então, o chamado modelo atômico planetário, no qual o átomo seria comparado a um sistema solar, com o núcleo de carga elétrica positiva no centro e os elétrons, de carga negativa, orbitando em torno dele na eletrosfera.

Modelo atômico Rutherford-Bohr
A concepção de Thomson e Rutherford seria posteriormente aperfeiçoada pelo físico dinamarquês Niels Bohr, razão pela qual o átomo planetário é também conhecido como Modelo atômico de Rutherford-Bohr.
É de Bohr a inclusão no modelo atômico da teoria quântica, que explicava como os diferentes níveis de energia na eletrosfera impediam os elétrons de cair como um meteoro no núcleo, o que fatalmente aconteceria se o átomo se comportasse apenas como um sistema solar, como Rutherford inicialmente propôs.
Derrubada a idéia do átomo maciço e indivisível, coube ao mesmo Rutherford propor que nem mesmo o núcleo atômico se enquadrava nesta definição. Ao contrário, o núcleo seria formado por partículas ainda menores. Os de carga positiva receberam o nome de próton, sendo que o núcleo do hidrogênio - o mais simples dos elementos - seria composto de apenas uma destas partículas.

Chadwick e o nêutron

Em 1932, Chadwick descobriu o nêutron, que seria a segunda partícula constituinte do núcleo, só que não dotado de carga elétrica, como seu vizinho positivo.
Chegamos então à concepção atual do átomo, onde um núcleo pequeno e maciço, composto de prótons de carga elétrica positiva e nêutrons sem carga elétrica, são envoltos por uma eletrosfera formada por elétrons de pouquíssima massa e carga elétrica negativa.
Num resumo aproximado, poderíamos dizer que as partículas atômicas tem a seguinte identidade:
Massa Carga Elétrica
Próton massa 1 carga elétrica + 1
Nêutron massa 1 carga elétrica 0
Elétron massa desprezível carga elétrica -1
Já as representações do átomo podem variar bastante, conforme o modelo representado, desde o desenho clássico do modelo Rutherford-Bohr às representações mais sofisticadas que mostram os elétrons circulando em orbitais elípticos.
Das partículas indivisíveis de Leucipo e Demócrito à mecânica quântica e ao princípio da incerteza de Heisenberg, nosso conhecimento sobre os átomos percorreu um longo caminho. Pode ser que conceitos como dualidade partícula-onda atribuída ao elétron pareçam um tanto incompreensíveis à maioria, mas tudo começou com homens curiosos, que, com seus recursos simples, observavam a natureza e tentavam entendê-la.


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Química Guia de Estudos para passar no vestibular

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Por: Mundo Vestibular

A Química exerce um relevante papel no desenvolvimento científico, tecnológico, econômico e social do mundo moderno.

Neste sentido, é de fundamental importância que o estudante do Ensino Médio compreenda as transformações químicas que ocorrem no mundo físico de maneira a poder avaliar criticamente fatos do cotidiano e informações recebidas por diversas fontes de divulgação do conhecimento, tornando-se capaz de tomar decisões enquanto indivíduo e cidadão.

Desse modo, considera-se importante que, em vez de memorização extensa, o candidato demonstre capacidade de observar e descrever fenômenos e de formular para eles modelos explicativos, relacionando os materiais e as transformações químicas ao sistema produtivo e ao meio ambiente.

Abaixo são apresentadas algumas considerações sobre o conteúdo programático que é detalhado a seguir.
Espera-se que o vestibulando tenha conhecimento de equações usuais e de nomes e fórmulas químicas das substâncias mais comuns.

Os modelos atômicos deverão restringir-se apenas aos clássicos, não incluindo os modelos quânticos (orbitais atômicos, moleculares e hibridização).

A Tabela Periódica deverá ser entendida como uma sistematização das propriedades físicas e químicas dos elementos e, assim, seu uso estará presente ao longo de todo o programa.

Quanto ao aspecto quantitativo, espera-se do candidato a capacidade de efetuar cálculos estequiométricos elementares, envolvendo grandezas como massa, volume, massa molar, quantidade de matéria, entalpia, etc. Será avaliada, também, a sua habilidade em cálculos que envolvam concentração, percentagens e constantes físico-químicas.

Considera-se importante a capacidade de lidar com relações quantitativas, envolvendo as variáveis pressão, volume, temperatura e quantidade de matéria. As relações de massa e de volume, assim como os cálculos estequiométricos, deverão ser encarados como conseqüências diretas da existência de átomos, que tomam parte em proporções definidas na constituição das substâncias.

No tocante à Química Orgânica, espera-se que o candidato tenha a capacidade de reconhecer grupos funcionais e de entender os principais tipos de reações, sabendo aplicá-los aos compostos mais simples. Considera-se importante o conhecimento das propriedades e dos usos de algumas substâncias relevantes para a atividade humana, em especial, das substâncias de importância industrial (petróleo, gás natural, álcoois, sabões e detergentes, macromoléculas naturais e sintéticas).

A experimentação, tanto a realizada em âmbito estrito de laboratório, como a realizada de maneira menos formal, mas sistematizada, no cotidiano, constitui aspecto fundamental do aprendizado da Química. Assim sendo, todos os itens do programa poderão envolver experimentação científica.

Espera-se que o candidato tenha habilidades específicas, tais como registrar e analisar dados, organizá-los em tabelas e gráficos, reconhecer a finalidade de materiais de laboratório em montagens experimentais, propor materiais adequados para a realização de experimentos, além do conhecimento de aparelhagens de laboratório usadas em operações básicas como filtração, destilação e titulação.

As questões formuladas no vestibular conterão todos os dados necessários e avaliarão, principalmente, habilidades de compreensão, interpretação e análise das informações recebidas.
Conteúdo programático

TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS

1 Reconhecimento das transformações químicas:
1 mudança de cor, formação/desaparecimento de sólidos numa solução, absorção/liberação de energia, desprendimento de gases

2 - Interpretação das transformações químicas
1. Evolução do modelo atômico: do modelo
corpuscular de Dalton ao modelo de Rutherford-Bohr
2. Átomos e moléculas: número atômico, número de massa, isótopos, massa molar e constante de Avogadro
3. Reações químicas

3. Representação das transformações químicas
1. Representação simbólica dos elementos e substâncias
2. Equação química, balanceamento, número de oxidação

4. Aspectos quantitativos das transformações químicas
1. Leis de Lavoisier, Proust e Gay-Lussac
2. Leis dos gases, equação de estado do gás ideal
3. Cálculos estequiométricos: massa, volume, mol, massa molar, volume molar dos gases

PROPRIEDADES E UTILIZAÇÃO DOS MATERIAIS

Elementos e suas substâncias
1. A tabela periódica: reatividade dos metais alcalinos, metais alcalino-terrosos e halogênios
2. Estados físicos da matéria – mudanças de estado
3. Separação de componentes de mistura:
filtração, decantação, destilação simples e fracionada, cristalização e cromatografia em papel

Metais
1. Alumínio, cobre e ferro: ocorrência, obtenção industrial, propriedades e utilização
2.
Ligas: latão, bronze e aço
3. Ligação metálica

Substâncias iônicas
1. Principais compostos dos grupos cloreto, carbonato, sulfato, nitrato e fosfato e suas aplicações
2. Ligação iônica

Substâncias moleculares
1. Hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, cloro, amônia: propriedades e usos
2. Ligação covalente
3. Polaridade das ligações
4. Interações intermoleculares: van der Waals e ligação de hidrogênio

A indústria química
1. Obtenção e aplicações industriais de hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, cloro, hidróxido de sódio, amônia, óxido de cálcio, ácido clorídrico, ácido sulfúrico e ácido nítrico
2. Implicações ambientais da produção e da utilização desses produtos industriais
3. Ciclos de dióxido de carbono, enxofre e nitrogênio na natureza. Implicações ambientais

A ÁGUA NA NATUREZA

1. Estrutura da água, propriedades, importância para a vida e seu ciclo na natureza
2. Interações da água com outras substâncias

1. Processo de dissolução, curvas de solubilidade
2. Concentrações (percentagem, ppm, g/L, mol/ L)
3. Aspectos qualitativos dos efeitos do soluto nas seguintes propriedades da água: pressão de vapor, temperatura de congelamento, temperatura de ebulição e pressão osmótica

Estado coloidal
1. Caracterização e propriedades
2. Aplicações práticas

Ácidos, bases, sais e óxidos
1. Ácidos e bases (conceito de Arrhenius)
2. Principais propriedades dos ácidos e bases: indicadores, condutibilidade elétrica, reação com metais, reação de neutralização
3. Usos de ácido clorídrico, ácido sulfúrico, ácido nítrico, amônia e hidróxido de sódio
4. Óxidos de carbono, nitrogênio, enxofre, metais alcalinos, metais alcalino-terrosos; interação com água; poluição atmosférica
5. Poluição e tratamento da água

DINÂMICA DAS TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS

Velocidade das transformações químicas
1. Fatores que influenciam a velocidade da reação
2. Colisões moleculares. Energia de ativação

Equilíbrio em transformações químicas
1. Caracterização macroscópica e microscópica (dinâmica) do estado de equilíbrio
2. Constante de equilíbrio
3. Perturbação do equilíbrio
4. Produto iônico da água, pH
5. Equilíbrios em solução envolvendo ácidos, bases e sais

ENERGIA NAS TRANSFORMAÇÕES QUÍMICAS

1. Transformações químicas e energia térmica
1. Calor nas transformações químicas. Entalpia
2. Princípio da conservação da energia, energia de ligação

Transformações químicas e energia elétrica
1. Produção de energia elétrica: pilha
2. Consumo de energia elétrica: eletrólise
3. Representação das transformações que ocorrem na pilha e no processo de eletrólise por meio de equações químicas balanceadas
4. Interpretação e aplicação de potenciais padrão de redução

TRANSFORMAÇÕES NUCLEARES NATURAIS E ARTIFICIAIS

1. Conceitos fundamentais da radioatividade: emissões alfa, beta e gama; propriedades
2. Reações nucleares: fissão e fusão nucleares
3. Radioisótopos e meia-vida
4. Usos da energia nuclear e implicações ambientais

COMPOSTOS ORGÂNICOS

Características gerais
1. Fórmulas estruturais; reconhecimento das principais classes de compostos (hidrocarbonetos, álcoois, éteres, haletos de alquila, aminas, aldeídos, cetonas, ácidos carboxílicos, ésteres e amidas). Isomeria
2. Propriedades físicas dos compostos orgânicos
3. Fórmulas estruturais e nomes oficiais de compostos orgânicos simples contendo apenas um grupo funcional. Nomes usuais: etileno, acetileno, álcool metílico, álcool etílico, formaldeído, acetona, ácido acético, tolueno

Reações em química orgânica: Principais tipos de reação: substituição, adição, eliminação, oxidação, redução, esterificação e hidrólise ácida e básica

Química orgânica no cotidiano
1. Hidrocarbonetos. Petróleo e gás natural: origem, ocorrência e composição; destilação do petróleo (principais frações: propriedades e usos); combustão; implicações ambientais. Etileno, acetileno, benzeno, tolueno e naftaleno; propriedades e usos
2. Álcoois: produção de etanol: fermentação alcoólica; álcoois como combustíveis: metanol e etanol; implicações ambientais
3. Triglicerídeos (gorduras e óleos), sabões e detergentes. Obtenção, propriedades e usos
4. Macromoléculas. Polímeros naturais: carboidratos e proteínas; estrutura e propriedades.
Polímeros sintéticos: polímeros de adição (polietileno, poliestireno, PVC e teflon) e polímeros de condensação (poliéster e poliamida); estrutura, propriedades, produção e uso, reciclagem e implicações ambientais

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terça-feira, 22 de março de 2011

Lista_de_testes_1

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Lista_de_testes_2

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segunda-feira, 21 de março de 2011

TRABALHO DE FILOSOFIA – I UNIDADE

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COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE COSTA E SILVA
DISCIPLINA – FILOSOFIA
PROF. RAYMUNDO GOUVEIA

TRABALHO DE FILOSOFIA – I UNIDADE

PESQUISA SOBRE O EXISTENCIALISMO

OBJETIVO: Conhecer o pensamento de filósofos que defenderam ideais existencialistas ao longo da História, identificando sua importância na construção de uma interpretação da realidade.

Filósofos a serem pesquisados:

1.      Arthur Schopenhauer
2.      Soren Kierkegaard
3.      Friedrich Nietzsche
4.      Edmund Husserl
5.      Martin Heidegger
6.      Jean Paul Sartre

Obs. Os autores serão sorteados em sala

Aspectos a serem abordados:

O trabalho deverá apresentar as linhas gerais do pensamento do autor, devendo constar, dentre outros aspectos:

1.       Local e data de seu nascimento e de sua morte
2.       Contexto social e político de sua vida
3.       Pensadores que influenciaram suas idéias
4.       Principais obras escritas e respectivos temas das mesmas
5.       Importância e papel do mesmo na Filosofia
6.       Frases ou idéias que marcaram seu pensamento

Apresentação:

Todos os trabalhos deverão ser apresentados EM EQUIPE (mínimo de cinco e máximo de sete componentes) nas datas estabelecidas pelo professor (entre os dias 28.03 e 01.04). As equipes deverão programar apresentações de 15 minutos, em média, podendo utilizar recursos como cartazes, TV Pendrive, aparelho de som, etc., conforme planejado pelo grupo.

Obs. Todas as equipes deverão produzir uma síntese do que será apresentado pelo grupo. A síntese deverá ser entregue ao professor uma semana antes da data de apresentação para avaliação e possíveis correções e distribuída entre os colegas no dia da apresentação (mínimo de 12 cópias). As equipes deverão postar as respectivas sínteses em seus blogs, sites, comunidades, etc. e/ou enviá-las por e-mail aos colegas de classe.

Avaliação:

Valor da atividade: 3,0 (três pontos), considerando conteúdo, criatividade/utilização de recursos audiovisuais e desempenho individual.

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segunda-feira, 14 de março de 2011

Download dos assuntos de Biologia 1° Unidade parte 2

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Conteúdo

  • Os_trabalhos_de_Mendel
  • Exercicios
  • Atividade 02
  • A 1 Lei e a especie humana
  • Alelos
  • Sexuais
  
Downloads

Os trabalhos de Mendel
http://www.4shared.com/file/r2lLT9wt/Os_trabalhos_de_Mendel.html

Exercicios
http://www.4shared.com/file/pZffd8-4/Exercicios.html

Atividade 02
http://www.4shared.com/file/KPbfW-oK/Atividade_02.html

A 1 Lei e a especie humana
http://www.4shared.com/file/xeeavVDT/A_1_Lei_e_a_especie_humana.html

Alelos
http://www.4shared.com/file/Ka5vIiJa/Alelos.html

Sexuais
http://www.4shared.com/file/pide9UEN/Sexuais.html

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terça-feira, 1 de março de 2011

Novo texto de Filosofa (A Reflexão Filosófica)

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Conteúdo
A Reflexão Filosófica

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http://www.4shared.com/file/zLF97Ni3/FILO_2011_2_E_3_ANO_-_A_REFLEX.html

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